Fim de Cliclo...mais um ano termina.
Ano Novo...
Se minha covardia permitir,
Eu me aventuro mais.
Se meu ceticismo ficar inerte,
Me apaixono novamente.
Se meu coração alguém derreter,
Mais uma vez o entrego.
Porém, independente de auto-defesas
Me permitirei desfrutar, sentir e viver o que está por vir.
domingo, 30 de dezembro de 2012
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
No mundo da Lua - KHumpel
A vida nos ensina que perder faz parte do jogo,
mas não ensina como sufocar a dor da perda.
A vida nos ensina a dar para receber,
mas não ensina a suportar a ingratidão.
A vida nos ensina a ter paciência,
...
mas não ensina como sufocar a dor da perda.
A vida nos ensina a dar para receber,
mas não ensina a suportar a ingratidão.
A vida nos ensina a ter paciência,
...
mas não nos ensina até quando temos que esperar.
A vida nos ensina a amar ao próximo,
mas não nos ensina a esquecer um desamor.
A vida nos ensina que a distância traz o esquecimento,
mas não ensina que ela também aumenta a saudade.
Enfim, o que a vida nos ensinou é o que também deixou de nos ensinar.
A vida nos ensina a amar ao próximo,
mas não nos ensina a esquecer um desamor.
A vida nos ensina que a distância traz o esquecimento,
mas não ensina que ela também aumenta a saudade.
Enfim, o que a vida nos ensinou é o que também deixou de nos ensinar.
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Te quero pra mais que Cama!
Quando digo te quero
Não é so pra brincadeiras na cama
Pode ser pra contrabalancear pesos
Na vida somos todos cumplices
Digo isso por que entendo
que fases ruins acontecem
Mas por favor, não me esquece!
Conta comigo pra desabafar
Talvez não seja muito mas posso tentar
Conte comigo também se quizer desestressar
Afinal, sexo nessa hora pode auxiliar....
Assim sendo, pare de criar muros
Crie pontes entre nós
Desate o nó e crie laços
Quem sabe ainda dou um amasso
pra variar...
Mas o que quero agora é so um sorriso,
Um pouco de alegria...um dia ligth
Leve a vida sem pesos...divida com quem te quer bem!
sábado, 13 de outubro de 2012
Amor Leve by Chistal Holly
Eu quero um amor leve;
um amor como brisa
que te toca e alisa
se faz presente
mas que não machuca a gente.
Que dá prazer e desarruma os cabelos
mas nunca nos deixa de joelhos!
Quero um amor cúmplice,
Uma névoa de perfume
que te faz sentir segura,
sem te fazer ser notada pelo cheiro.
Quero um amor sem receios,
com a confiança de velhos parceiros e
Com as alegrias das paixões... mas quero hoje, agora,
Não quero pra vida toda,
mas quero que
a toda hora quando deitar no travesseiro sinta, em pensamento,
Seu beijo Leve em mim!
um amor como brisa
que te toca e alisa
se faz presente
mas que não machuca a gente.
Que dá prazer e desarruma os cabelos
mas nunca nos deixa de joelhos!
Quero um amor cúmplice,
Uma névoa de perfume
que te faz sentir segura,
sem te fazer ser notada pelo cheiro.
Quero um amor sem receios,
com a confiança de velhos parceiros e
Com as alegrias das paixões... mas quero hoje, agora,
Não quero pra vida toda,
mas quero que
a toda hora quando deitar no travesseiro sinta, em pensamento,
Seu beijo Leve em mim!
segunda-feira, 2 de julho de 2012
quinta-feira, 28 de junho de 2012
A Linha Tênue entre Relacionamento e Aprisionamento
Autoria de Laís Montagnana
Qual tipo de relacionamento você busca para você? Nenhuma relação amorosa é igual a outra e, afinal das contas, quem dita as regras do relacionamento é o próprio casal. Então faço esse questionamento porque tenho observado ao meu redor que, de uma maneira geral, há dois tipos de parcerias: as que libertam e as que aprisionam.
Acredito que namoros ou qualquer tipo de relacionamento que seja, só funciona quando nos acrescentam algo, nos fazem crescer. O relacionamento é uma chance em conjunto de buscar felicidade e prazer todos os dias. E para isso é necessário altruísmo, é preciso que você pense no outro, que se coloque no lugar dele para antever reações e saber qual é a melhor maneira de lidar com determinadas situações. Mas estar em um relacionamento nada tem a ver com abdicar de sua liberdade individual.
Já convivi com casais que, por morarem em cidades diferentes, não permitiam que um saísse sem o outro. Ou que viviam aqueles casos de ciúme incontrolável em que olhar para o lado era motivo de briga. Também acompanhei o típico casal perfeito que se acha tão perfeito que acaba fechando-se no seu próprio mundinho. Um fala pelo outro, um vive pelo outro, o “nós” substitui o “eu” nessa simbiose louca que não sente a necessidade de mais ninguém para a vida fazer sentido.
Para viver esse tipo de relação eu declaro que não quero mais ter um namorado. Não quero ter que abdicar de mim mesma para estar em um relacionamento. Eu quero um cúmplice. Alguém que divida comigo o meu lençol e as minhas loucuras. Alguém que não vai olhar feio quando eu pedir outra dose, mas vai encher meu copo. Alguém que entenda que eu preciso ficar sozinha às vezes, mas que me escute quando eu pedir ajuda. Alguém que compreenda que eu preciso conversar com outras pessoas, que eu quero sair sozinha (seja com amigos ou amigas) e que sim: eu vou sentir tesão por outro cara, mas isso não significa que eu não te ame mais (da mesma forma como eu vou entender quando você virar o pescoço para aquela gostosa que atravessar a rua).
Amar não é somar qualidades. Amar é subtrair defeitos e não liberdades. É mostrar sua parte mais suja, mais obscura, mais subversiva e ser aceita por isso (e não apesar disso). Amar é sentir-se segura o suficiente para viver e deixar viver. Amar é acima de tudo confiar.
Apropriando-me das palavras de John Lennon: “Amo a liberdade, por isso deixo as coisas que amo livres. Se elas voltarem é porque as conquistei. Se não voltarem é porque nunca as possuí”. Eu quero um relacionamento em que a confiança seja a força motriz.
VEJA original em
http://www.casalsemvergonha.com.br/2012/01/18/a-linha-tenue-entre-relacionamento-e-aprisionamento/
quarta-feira, 27 de junho de 2012
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